Mattaraia Engenharia Indústria e Comércio Ltda
Rodovia Anhanguera - Km, 305
Ribeirão Preto - S.P. | Cep: 14097-140
Fone / Fax: 16 - 3629.2929
Untitled Document
 
menu.jpg
Untitled Document
Untitled Document Untitled Document
Untitled Document
Nova classe média atraiu indústria da construção civil

Em 2012, 75% dos novos prédios no País eram voltados às classes C e D; há dez anos, 90% eram para as classes A e B

Melhorias socioeconômicas, programas governamentais de habitação popular e facilidades de crédito imobiliário. Esse mix de fatores alterou, nos últimos anos, o foco da indústria da construção civil, conforme mostram estudos da empresa Criactive: no ano passado, 75% dos prédios em construção no País eram voltadas para as classes C e D. Há 10 anos, 90% dos empreendimentos imobiliários lançados pelas principais construtoras do País eram destinados às classes A e B.

De acordo com a engenheira civil Cristina Della Penna, isso tem feito com que muitas empresas do ramo da construção civil estejam "mudando o foco" e lançando mais empreendimentos para a nova classe média.

"Podemos observar que houve uma estabilização da metragem quadrada útil das obras de padrão alto e médio alto. Já em relação às obras de padrão médio a popular, percebe-se um crescimento significativo até 2012", analisa a engenheira Cristina.

Para conseguir um preço final mais baixo, as construtoras usam sistemas diferentes quando a obra é "de interesse social", como costumam classificar os prédios voltados a classes mais baixas. "Setenta e quatro por cento dessas obras utilizam alvenaria estrutural", afirma a engenheira. "Se pensarmos no alto e médio alto padrão, a tecnologia mais utilizada é concreto armado, em 69% dos casos analisados."

De acordo com ela, os principais motivos para a preferência pela alvenaria estrutural nas edificações voltadas às classes C e D são a agilidade a economia. "Sessenta e três por centro das construtoras afirmam que conseguem atingir uma economia de até 40%, desde  que o sistema já esteja consolidado junto à equipe de obras", diz Cristina.

Velocidade. Outro dado interessante revelado pelo levantamento mostra que o tempo entre o lançamento do edifício e o início da obra também é mais curto quando se trata de um padrão mais barato - o que indica que as unidades populares são vendidas mais rapidamente e a construção têm de acontecer em velocidade, para compensar a baixa lucratividade como um todo, se comparada com os de perfil mais elevado.

"Os prédios populares e de perfil médio baixo costumam começar a obra seis meses após o lançamento", exemplifica a engenheira. "O tempo vai só aumentando, conforme o perfil se eleva. No caso de médio padrão, são 10 meses, médio alto são 12 meses. Os prédios de alto padrão levam 14 meses, em média, do lançamento para o início da obra." Ou seja: o preço tem pressa.

Fonte: estadao.com.br

 
     
Untitled Document
Dúvidas, Sugestões e Comentários sobre o assunto acima
 
Envie-nos  
Nome:
E-mail:
Telefone:
-
Cidade:
Texto:
Verificação de Imagem
Por favor digite as quatro letras ou dígitos que aparecem na imagem.
 
Não há comentários.

 
 
Sebrae qualifica cadeia produtiva da Construção Civil
 
Projeto prevê diagnóstico organizacional, capacitação gerencial e consultorias tecnológicas 
Norma sobre carrinho de mão na construção civil é publicada
 
A nova norma NBR 16.269:2014 - Ferramentas manuais - Carrinho de mão na construção civil entrará em vigor mês que vem, a 
Emprego na construção brasileira cresce 1,19% em janeiro
 
O número de trabalhadores com carteira assinada na construção civil brasileira registrou alta de 1,19% em janeiro de 201 
Inovação é fundamental para crescer
 
Indústria da construção civil tem no Eninc, encontro nacional do setor, oportunidade para debater novas técnicas e suste 
 
Untitled Document
Sebrae qualifica cadeia produtiva da Construção Civil 
Projeto prevê diagnóstico organizacional, capacitação gerencial e consultorias tecnológicas