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Construção civil deve crescer 6,1% em 2011, prevê Sinduscon-SP

SÃO PAULO - O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil deve crescer menos no ano que vem, segundo projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP). A entidade estima uma expansão de 6,1% para o setor em 2011, inferior ao forte avanço de 11% de 2010.

"Manter uma taxa de dois dígitos requer um esforço consideravelmente maior, tendo em vista a elevada base de comparação que foi 2010", considera a consultora da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ana Maria Castelo.

O crescimento de 2010 foi o fim de um ciclo extraordinário de investimentos, analisa o diretor de economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan. Ele pondera, no entanto, que daqui para frente a economia brasileira não suporta mais esse ritmo de expansão.

Essa tendência de desaceleração já se traduz nas expectativas dos empresários da construção. "Elas continuam favoráveis, mas já começaram a refletir algumas incertezas", observa Ana. Houve queda no indicador que mensura o otimismo para o desempenho das companhias do setor, mostrou a 45ª Sondagem Nacional da Construção, realizada em novembro pela FGV.

Apesar disso, os empresários acreditam que o crédito imobiliário continuará puxando o crescimento, com destaque para lançamentos voltados para famílias de baixa e média renda.

O estudo também constatou um sentimento geral de que a mão de obra será um dos grandes problemas de 2011, mostrando que os empresários estão pessimistas com a evolução dos custos setoriais.

Para presidente do SindusCon-SP, Sérgio Watanabe, tendo em vista a tendência de desaceleração dos investimentos para o próximo ano, o grande desafio das empresas será elevar a produtividade, com investimentos em novas tecnologias, máquinas e equipamentos.

Outro ponto destacado por ele é a escassez de terrenos, principalmente para a construção de interesse social nas regiões metropolitanas. Para se ter uma ideia, apesar do bom desempenho do setor em 2010, no caso da região metropolitana de São Paulo, o número de lançamentos - 48 mil até outubro - não superou os 51 mil de 2009.

 

Fonte: O Globo.

 
     
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